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ABR
10
10 ABR 2026
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Histórias da Gente: Conheçam as histórias de Jaqueline de Almeida e Laís Aparecida
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No mês de abril, quando é celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, em 2 de abril, o SSA Contagem reforça a importância do respeito, da inclusão e do cuidado com as pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para marcar essa data, duas colaboradoras que atuam na linha de frente do atendimento aos usuários ganharam destaque. Mais do que conhecimento técnico, o trabalho delas é guiado pela empatia, pelo carinho e pela atenção às necessidades de cada paciente, especialmente daqueles que podem ter mais sensibilidade a ambientes com muitos estímulos. Conheça a história de Laís e Jaqueline, enfermeiras responsáveis pelo acolhimento dos pacientes no ambulatório, que diariamente fazem a diferença com um atendimento mais humano, respeitoso e acolhedor.
“Meu nome é Jaqueline de Almeida, atuo como técnica de enfermagem no ambulatório e estou aqui há quase quatro anos. Entrei na área da enfermagem ainda muito nova. Assim que terminei o ensino médio, fiz o curso de auxiliar, depois o técnico, me formei enfermeira, também tenho pós-graduação em Saúde da Família.

Eu entrei aqui por meio de um processo seletivo, na época em que o SSA chegou. Até então, eu não sabia exatamente se era essa área que eu queria seguir. Mas teve uma fala que me marcou muito no dia da entrevista. A minha gerente, da época, me disse precisava que eu tivesse empatia, calma e soubesse ouvir o paciente. Aquilo ficou comigo.

Porque escutar, todo mundo escuta. O difícil é parar e realmente ouvir o que o paciente precisa. Muitas vezes, ele chega com uma demanda que nem é do ambulatório, mas a gente acolhe, orienta e tenta ajudar. A gente até brinca que aqui é o “posto Ipiranga”, porque sempre buscamos dar algum tipo de informação.

Um dos desafios do nosso dia a dia é o atendimento aos pacientes com autismo. O ambulatório fica em um corredor, com movimento constante, e isso pode deixar a criança mais agitada. Então, a gente procura ter esse cuidado de levar para um consultório mais tranquilo, conversar com os pais, adaptar o ambiente e, quando necessário, priorizar o atendimento com a médica. É tudo na base da percepção e do cuidado.

Nessa trajetória, teve um caso que me marcou muito, de uma criança que precisava fazer um eletrocardiograma e não conseguiu em outros lugares, inclusive em sua cidade natal. A mãe veio até nós e, com calma, conversa e acolhimento, conseguimos realizar o exame. Ela ficou muito emocionada e agradecida. Pode parecer algo simples, mas para aquela família foi muito importante. E isso também mexe com a gente.

Esse tipo de aprendizado não vem de curso. Vem do dia a dia, da vivência, de observar e se colocar no lugar do outro. Para mim, o mais importante é isso: ter empatia, saber ouvir e entender o que o paciente realmente precisa naquele momento”.
 
Meu nome é Lais Aparecida Gonçalves da Mata e atuo a cerca de 15 anos como profissional de enfermagem. Comecei como RPA na prefeitura, trabalhando por diária e passando por diferentes áreas, desde hospital psiquiátrico até maternidade. Hoje, também sou enfermeira, com pós-graduação em psiquiatria, Proctologia e cuidado ao idoso frágil.

Eu e a Jaqueline somos técnicas e enfermeiras, então a gente faz o que precisa ser feito. Muitas vezes, o que falta não é técnica, e sim, parar para ouvir. Quando você escuta de verdade, o paciente se desarma. Às vezes, só de organizar documentos ou dar uma orientação correta, você já resolve o problema deles.

Atendemos pacientes com diferentes necessidades, incluindo casos que exigem maior sensibilidade no acolhimento. Por isso, buscamos adaptar o ambiente, oferecer mais tranquilidade e respeitar o tempo de cada pessoa. É sempre pensar: “E se fosse alguém da minha família? Como seria?”
Eu tenho muitos casos marcantes, como o de uma paciente que passou por um longo tratamento e hoje está bem. Isso só aconteceu porque houve confiança. A gente cria vínculo com o paciente, sabe?

Também já vivi momentos muito emocionantes com pacientes e familiares. Porque, antes de tudo, a gente é humano. Também sentimos a mesma dor deles. Por isso, eu valorizo muito o cuidado entre a equipe. Eu gosto de tratar bem meus colegas, porque isso reflete no atendimento. Quando tem parceria e respeito, tudo flui melhor.

O que eu deixo de mensagem é simples: se coloque no lugar do paciente. Ouça com atenção, tenha empatia e faça seu trabalho com responsabilidade. Porque, no final, o retorno que a gente recebe não tem preço”.
Autor: Jornalistas - Aline Malta e Juliana Faria
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