Ir para o conteúdo

SSA Contagem e os cookies: nosso site usa cookies para melhorar a sua experiência de navegação. Ao continuar você concorda com a nossa Política de Cookies e Privacidade.
ACEITAR
PERSONALIZAR
Política de Cookies e Privacidade
Personalize as suas preferências de cookies.

Clique aqui e consulte nossas políticas.
Cookies necessários
Cookies de estatísticas
SALVAR
SSA Contagem
Acompanhe-nos:
Rede Social LinkedIn
Rede Social Instagram
Notícias
ABR
06
06 ABR 2026
CENTRO MATERNO INFANTIL
SAÚDE
UPA INDUSTRIAL
UPA RESSACA
UPA VARGEM DAS FLORES
Síndrome gripal acende alerta em Contagem com aumento de casos entre crianças
receba notícias
Com mudança de estação e crescimento expressivo nos atendimentos, especialista orienta pais sobre sintomas, sinais de gravidade e quando buscar ajuda médica
Com a mudança de estação e a variação do clima, os casos de síndrome gripal têm aumentado significativamente, principalmente entre crianças. Dados do Centro Materno Infantil de Contagem mostram um crescimento mês a mês: em janeiro de 2026 foram registrados 623 atendimentos por síndrome respiratória; em fevereiro, 897 casos; e, em março, o número já chegou a 1.569 registros.

De acordo com a médica pediatra e referencia técnica da internação pediátrica do Centro Materno Infantil, Lorrane Seabra, a síndrome gripal é caracterizada pela presença de pelo menos dois sintomas, sendo febre, mesmo que apenas relatada, associada a sinais respiratórios. “Os sintomas mais comuns são congestão nasal, coriza, tosse, dor de garganta e até alterações no olfato e paladar. Nas crianças, é muito frequente o nariz entupido”, explica.


A médica alerta que, embora muitos casos sejam leves, é preciso atenção, pois a síndrome pode evoluir para quadros mais graves, como a síndrome respiratória aguda grave (SRAG), especialmente em crianças com fatores de risco, como asma, bronquite, doenças pulmonares, autoimunes ou quando há piora do quadro respiratório.

Atualmente, há uma mudança no padrão dos vírus circulantes. “Estamos observando um aumento do rinovírus, que causa resfriados, e também da influenza A. O vírus sincicial respiratório, responsável pela bronquiolite, também está em crescimento e devem atingir pico nas próximas semanas”, destaca Lorrane Seabra.

Sintomas e quando procurar atendimento
Os sintomas mais comuns da síndrome gripal incluem:
  • Febre
  • Coriza
  • Congestão nasal
  • Tosse
  • Dor de garganta
Nos casos mais graves, podem surgir sinais de alerta, como:
  • Dificuldade para respirar
  • Respiração acelerada ou com esforço respiratório (afundamento entre as costelas ou no pescoço, batimento das asas do nariz)
  • Lábios ou pele arroxeados (cianose)
  • Prostração intensa
  • Recusa de líquidos
Segundo a pediatra, a busca por atendimento deve ser imediata diante desses sinais. “A criança que não aceita líquidos, apresenta cansaço para respirar ou está muito prostrada precisa ser avaliada com urgência”, reforça.

Outro ponto de alerta é a febre, a médica destaca que se persistir por mais de 72 horas, é recomendado procurar o serviço de saúde.

Casos leves podem ser acompanhados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), com hidratação, controle da febre e lavagem nasal. Já os quadros com sinais de gravidade devem ser encaminhados para unidades de urgência e emergência mais próxima.

Medidas de prevenção
A prevenção ainda é a melhor forma de proteção, principalmente para crianças. Entre as principais orientações estão:
  • Evitar locais fechados, com aglomeração e pouca ventilação
  • Manter a higiene frequente das mãos
  • Ensinar a criança a cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar
  • Evitar contato de bebês com muitas pessoas, especialmente nos primeiros três meses de vida
  • Manter a vacinação em dia, incluindo influenza e Covid-19
A médica Lorrane Seabra orienta que a prevenção também pode começar ainda na gestação. Segundo ela, a partir de 28 semanas, as gestantes já podem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para receber a vacinação contra a bronquiolite. “A prevenção começa ainda na gestação. A partir de 28ª semana, as gestantes podem procurar as UBS para se vacinar contra a bronquiolite. Essa imunização é passada para o bebê pela placenta, garantindo uma proteção importante nos primeiros três meses de vida, quando ele está mais vulnerável”, orienta.

A médica também chama atenção para o cuidado com recém-nascidos. “O ideal é evitar visitas nos primeiros três meses de vida, principalmente em períodos de maior circulação de vírus”, orienta.

Outro ponto importante é evitar a automedicação. Xaropes e outros medicamentos sem prescrição não têm eficácia comprovada contra vírus respiratórios e podem trazer riscos à saúde. O uso de antibióticos também deve ser feito apenas com indicação médica.

Diante do aumento dos casos e da circulação de diferentes vírus, a orientação é clara, informação de qualidade é essencial. Saber reconhecer os sintomas, identificar sinais de gravidade e entender quando procurar atendimento pode evitar complicações e garantir um cuidado mais rápido e eficaz para crianças e adultos.
 
 
Autor: Jornalista - Aline Malta
Seta
Telefone: (31) 2538-9299
Endereço: Avenida João César de Oliveira, 4495 | CEP: 32010-000
Das 8h às 17h
CNPJ: 44.025.407/0001-49
SSA Contagem
Versão do Sistema: 3.4.5 - 08/01/2026
Copyright Instar - 2006-2026. Todos os direitos reservados - Instar Tecnologia Instar Tecnologia